TERRAS DE PENAGOYÃ:

Apesar de nos tempos de hoje não ser uma realidade correspondente ao que era no passado, defendo a sua promoção e estudo. Porque a nossa história deve ser estudada, preservada e publicitada.
SE NÃO DEFENDERMOS O QUE É NOSSO, QUEM É QUE O DEFENDE?
"

Por Monteiro de Queiroz, 2018

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Petição quer impedir que seja dado o nome de Mário Soares ao aeroporto do Montijo

Petição quer impedir que seja dado o nome de Mário Soares ao aeroporto do Montijo

Marcelo Rebelo de Sousa tinha sugerido o nome de Soares para o novo aeroporto.

Uma petição quer que o novo aeroporto do Montijo tenha outro nome que não Mário Soares.
O texto da petição quer que seja definido um novo nome “devendo ficar completamente colocada de parte o nome de Mário Soares”.
Nem para o aeroporto nem para “qualquer outra obra de grande envergadura”, diz a petição.
Haja respeito por mais de 1 milhão de portugueses que foram mais que prejudicados por esse fulano”, conclui a petição.
A petição já conta com mais de 2.700 assinantes.
Recorde-se que foi Marcelo Rebelo de Sousa a sugerir o nome do antigo Presidente da República para o novo aeroporto do Montijo.

in https://sol.sapo.pt/artigo/549402/peticao-quer-impedir-que-seja-dado-o-nome-de-mario-soares-ao-aeroporto-do-montijo

Factos Alternativos


Kellyanne Conway cunhou o termo "factos alternativos"
durante uma entrevista a 22 de Janeiro de 2017.

A expressão "factos alternativos" ganhou notoriedade após ser utilizada pela Conselheira do Presidente dos Estados Unidos da América, Kellyanne Conway, durante uma entrevista no programa televisivo Meet the Press da NBC, a 22 de Janeiro de 2017, em que ela defendeu a declaração falsa de Sean Spicer, Porta-voz da Casa Branca, sobre o número de pessoas que assistiram à tomada de posse de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos. Quando pressionada pelo entrevistador Chuck Todd para que explicasse o motivo pelo qual Spicer teria dito uma "falsidade comprovável", Conway respondeu: "Não seja excessivamente dramático em relação a isso, Chuck. Você diz que é uma falsidade, e ... o nosso porta-voz, Sean Spicer, forneceu factos alternativos a isso." Todd respondeu, dizendo: "Repare, factos alternativos não são factos. São mentiras."

O uso da expressão "factos alternativos" para descrever algo amplamente considerado como falso foi ridicularizado nas redes sociais e fortemente criticado nos Estados Unidos pelos jornalistas Dan Rather, Jill Abramson, e a Public Relations Society of America. A frase foi largamente descrita como orwelliana; até quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017, as vendas do livro Mil Novecentos e Oitenta e Quatro tinha aumentado 9,500%, tornando-se no best-seller número 1 da Amazon.com.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ver +++ em www.pt.wikipedia.org/wiki/Factos_alternativos

Alcunhas de Família

Família
"de Oliveira da Costa - Monteiro" e "Feliciano de Queiroz"

Ouvi da minha mãe, Maria de Lourdes, conhecida por Lourdes do Pancho, que a família possuía as seguintes alcunhas:

- Panchos: Alcunha derivada do meu visavó Francisco Monteiro, o Pancho, da enorme família dos Monteiros de Santa Comba (de Penaguião), Douro. O Francisco terá dado origem à família dos Panchos derivado do seu nome Francisco. Assim se referiria a ele o seu pai, ou avô, ao chamá-lo de Pancho ou Panchito. Segundo www.en.wikipedia.org/wiki/Pancho, «Pancho is a male nickname for the given name Francisco or Francis, ...», ou seja, «Pancho é um apelido masculino para o nome dado Francisco ou Francis, ...»

- Cavalos do Seixo: Segundo a minha mãe, os Panchos descendiam de uma família que possuía cavalos usados nos transporte de farinha dos moínhos do rio Corgo até Santa Marta; sempre fiquei com a ideia de que seriam moleiros. Daí serem apelidados de Cavalos do Seixo, referindo-se tanto aos cavalos que possuíam assim como ao local onde residiriam: o Seixo. Um dos meus tios avós, Américo Monteiro, o Pelado, ou Américo Pancho, tio paterno e padrinho da minha mãe, chegou a possuir cavalos, tendo um deles caído numa vinha e morrido por se ter espetado num ferro. Dessa forma, pelo que me recordo, cheguei a comer carne de cavalo.

- Cidadões: Ainda segundo a minha mãe, a família dos Cidadões, de Santa Marta (de Penaguião), da qual fazemos parte através minha avó materna, Silvina de Oliveira, a Cidadõa, descende de Manoel da Costa, o Cidadão, de Medrões (de Penaguião), casado com Antónia de Oliveira, de Santa Marta (de Penaguião), meus bisavós maternos pela linha feminina. Manoel da Costa era uma pessoa com algum estatuto em Santa Marta por ser funcionário da Câmara Municipal do Peso da Régua e ser "bem apresentado": daí o epíteto de "O Cidadão", segundo a família. No entanto, após consulta dos assentos de baptismo da Paróquia de Medrões, ao qual voltarei mais tarde, já um antepassado seu de Medrões usava o epíteto "O Cidadão".

Já do meu pai, Alberto (Torrinhas), filho do Zé Torrinhas, soube a história dessa alcunha:

- Torrinhas: Alcunha derivada do facto de o meu avô paterno, José Feliciano de Queiroz, o Zé Torrinhas, ter trabalhado desde jovem na Casa Grande, em Santa Comba. Nessa casa existia lá um senhor que era, ao que me recordo, o feitor: o Sr José Torres. "José" do Sr Torres e "José" do meu avô originou que a este, por ser mais novo, o passassem a chamar de Zé Torrinhas.

por Eduardo José
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Américo Monteiro, o Pelado, ou Américo Pancho
Antónia de Oliveira
Cavalos do Seixo
Cidadões
Francisco Monteiro, o Pancho, ou Panchito
José Feliciano de Queiroz, o Zé Torrinhas
Maria de Lourdes, ou Lourdes do Pancho
Manoel da Costa, o Cidadão
Panchos
Silvina de Oliveira, a Cidadõa
Torrinhas, Zé Torrinhas

Alcunhas de Família

Família
"de Oliveira da Costa - Monteiro" e "Feliciano de Queiroz"

Ouvi da minha mãe, Maria de Lourdes, conhecida por Lourdes do Pancho, que a família possuía as seguintes alcunhas:

- Panchos: Alcunha derivada do meu visavó Francisco Monteiro, o Pancho, da enorme família dos Monteiros de Santa Comba (de Penaguião), Douro. O Francisco terá dado origem à família dos Panchos derivado do seu nome Francisco. Assim se referiria a ele o seu pai, ou avô, ao chamá-lo de Pancho ou Panchito. Segundo www.en.wikipedia.org/wiki/Pancho, «Pancho is a male nickname for the given name Francisco or Francis, ...», ou seja, «Pancho é um apelido masculino para o nome dado Francisco ou Francis, ...»

- Cavalos do Seixo: Segundo a minha mãe, os Panchos descendiam de uma família que possuía cavalos usados nos transporte de farinha dos moínhos do rio Corgo até Santa Marta; sempre fiquei com a ideia de que seriam moleiros (?). Daí serem apelidados de Cavalos do Seixo, referindo-se tanto aos cavalos que possuíam assim como ao local onde residiriam: o Seixo. Um dos meus tios avós, Américo Monteiro, o Pelado, ou Américo Pancho, tio paterno e padrinho da minha mãe, chegou a possuir cavalos, tendo um deles caído numa vinha e morrido por se ter espetado num ferro. Dessa forma, pelo que me recordo, cheguei a comer carne de cavalo.

- Cidadões: Ainda segundo a minha mãe, a família dos Cidadões, de Santa Marta (de Penaguião), da qual fazemos parte através minha avó materna, Silvina de Oliveira, a Cidadõa, descende de Manoel da Costa, o Cidadão, de Medrões (de Penaguião), casado com Antónia de Oliveira, de Santa Marta (de Penaguião), meus bisavós maternos pela linha feminina. Manoel da Costa era uma pessoa com algum estatuto em Santa Marta por ser funcionário da Câmara Municipal do Peso da Régua e ser "bem apresentado": daí o epíteto de "O Cidadão", segundo a família. No entanto, após consulta dos assentos de baptismo da Paróquia de Medrões, ao qual voltarei mais tarde, já um antepassado seu de Medrões usava o epíteto "O Cidadão".

Já do meu pai, Alberto (Torrinhas), filho do Zé Torrinhas, soube a história dessa alcunha:

- Torrinhas: Alcunha derivada do facto de o meu avô paterno, José Feliciano de Queiroz, o Zé Torrinhas, ter trabalhado desde jovem na Casa Grande, em Santa Comba. Nessa casa existia lá um senhor que era, ao que me recordo, o feitor: o Sr José Torres. "José" do Sr Torres e "José" do meu avô originou que a este, por ser mais novo, o passassem a chamar de Zé Torrinhas.

por Eduardo José

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Maria Celeste 1934 - 2017

Caros amigos!

Vimos por este meio agradecer a todos que de uma forma ou de outra estiveram com a nossa família na sequência do falecimento do nosso ente querido Maria Celeste.

Na mortalha, no funeral, através do telemóvel, do facebook, ou na missa de sétimo dia, ocorrida hoje na Igreja Matriz do Peso da Régua - Nossa Senhora do Socorro, foi bom saber que num momento doloroso como este todos os amigos e familiares se lembraram de nos confortar minimizando de uma certa forma a dor que nos abraça a todos: cunhada, filhos, genros e noras, netos, sobrinhos, afilhadas e amigos.

Bem-hajam a todos!

Peso da Régua, 31 de Janeiro de 2017
Natália, Pedro David e Monteiro de Queiroz e restante família

Obrigado Maria Celeste! És e serás sempre a nossa Rainha!

"Mesmo sabendo que um dia a vida acaba, a gente nunca está preparado para perder alguém." Nicholas Sparks

A tua família!...


N 30.06.1934 - F 25.01.2017

Conhecer Baião | Castelo de Matos

"No topo da serra do Castelo, fronteira à da Aboboreira, havia na Idade Média o antigo Castelo de Penalva (no alto que se designa hoje por Castelo de Matos), da família nobre de Baião, que topograficamente dominava a Terra de Baião.

Foram encontrados vestígios de um castelo de madeira dos meados do século XI (cuja construção se procura explicar mais adiante) e, na orla do cume, de uma muralha em pedra que rodeava um habitat (século XI-XII). Foram também lá encontradas uma espora de um cavaleiro medieval e várias pontas de tiro ao arco.

Sabe-se, contudo, hoje que a ocupação desse espaço terá sido ainda mais anterior. Com efeito, trabalhos arqueológicos realizados entre 1982 e 1986 permitiram obter mais conhecimento sobre esta área. Verificou-se assim que, a uma mais recente ocupação Medieval, antecedeu-lhe uma importante ocupação do Bronze Final. Esta ocupação assume papel preponderante quer pela sua implantação quer pelos itens encontrados, raros no Norte de Portugal.

São comuns os casos de reutilização de castros e outros espaços habitados em períodos posteriores, ao longo da Alta Idade Média e da Baixa Idade Média. Desde logo, porque esses locais continuavam a manter a sua importância estratégica defensiva (a sua posição, em zonas montanhosas, permitia uma visão alargada do território envolvente e dificultava eventuais ataques). Além do mais, nas áreas dos velhos castros, as populações da Idade Média encontravam um terreno já previamente preparado com “desaterros e linhas de muralha e … abundância de pedra talhada disponível para novas edificações” (BARROCA, 1985, p. 5).

De acordo com Dinis (1991), o cume a que nos referimos trata-se de uma elevação cónica com vertentes íngremes e paralelas à Serra da Aboboreira separando-se desta pelo vale do rio Ovil. Nesta zona o solo é eminentemente pobre o que suporta a sucessiva ocupação do espaço mais de cariz defensivo e menos de cariz agrícola.

O estudo efetuado permitiu compreender que, não obstante, o remeximento e aplanamento ocorrido por altura da Idade Média, a ocupação da Idade do Bronze deveria ser importante já que, para além da cerâmica encontrada (mais de dois milhares de fragmentos), se acharam diversos fragmentos de moldes em argila, duas pontas de seta, uma pequena faca e uma conta em âmbar (raríssima no contexto arqueológico do Norte de Portugal). Uma datação por C14 permitiu datar os artefactos encontrados de início do séc. VIII.

A intensificação do processo de Reconquista Cristã que ocorre no século XI leva a uma reforma na organização do território. Até então, as regiões do atual território português sob domínio cristão estavam divididas em extensas áreas geográficas: os territoria (territórios) de Braga, Portucale e Coimbra e as civitates de Anegia (Eja – Entre-os-Rios) e Santa Maria (que defendiam as duas margens do Douro desde a região de Baião até ao litoral). No entanto, foi necessário criar novas áreas mais reduzidas, as terras, que seriam entregues a nobres locais (infanções). Como exemplo dessas novas terras podemos indicar: Alvarenga, Aguiar de Sousa, Arouca, Baião, Condeixa, Gestaçô, Lamego, Montemor-o-Velho, Panoias (Vila Real), Penafiel e Seia, entre outras.

Precisamente nessa altura foi, portanto, criada a Terra de Baião. Esse território era, grosso modo, limitado pelos seguintes cursos de água: rio Galinha e a ribeira de Roupeira, a oeste; rio Teixeira, a este; rio Ovelha, a norte; rio Douro, a sul. Um documento de 1066 (diploma DC451 dos Portugaliae Monumenta Historica) permite identificar já as seguintes povoações:
a)villa maskinata – Mesquinhata;
b)villarelio – Vilarelho (Ovil);
c)villa prato – Prado (Campelo);
d)villa pausata – Pousada (Gove);
e)villacova – Vila Cova (Gove);
f)villa ovil – Ovil.

De acordo com o mesmo documento, a povoação de Ovil encontrava-se “subtus penna alba”, ou seja, junto ao Castelo de Penalva (Castelo de Matos).

Cerca de 200 anos mais tarde, em 1258, as Inquirições mandadas fazer pelo rei D. Afonso III designam esse castelo como “castelli de Bayam”, em cujas redondezas se situava a “villa de Matis” (Matos). Assim, segundo Barroca (1985), “Castelo de Matos foi, desde meados do século XI, a cabeça da Terra de Baião.”

Como podemos ver, a construção do Castelo de Matos ocorreu na mesma época em que a Terra de Baião foi criada. Os achados arqueológicos revelam-nos um dado interessante: embora nos finais do século XI ou nos inícios do século XII já estivesse erguido um castelo de pedra, antes desse houve um castelo de madeira, que foi consumido pelo fogo. A que se ficou a dever a construção de um castelo de madeira em Baião, que Barroca (1990/91, pp. 118-119) considera “como único caso seguro de uma estrutura castelar mediévica erguida em madeira no território português”.

A construção de um castelo na Terra de Baião era uma emergência. Não só a sua existência era fundamental para defender o território e as populações, como era importante para sublinhar a importância dos senhores de Baião. Tendo sido uma construção urgente, foi necessário recorrer aos materiais que fossem fáceis e baratos de obter e fáceis de trabalhar e transportar. Por esses motivos se escolheu a madeira, que permitiu construir o castelo mais rapidamente e usando a mão-de-obra local. Estabelecido o território e garantido o poder dos senhores de Baião, foi então possível abandonar a estrutura de madeira (talvez tenha sido queimada propositadamente ou pode ter sido destruída num conflito) e construir o castelo de pedra.

Para um maior aprofundamento de conhecimentos sobre o local, não deixe de visitar o Museu Municipal de Baião.

Contactos:
Museu Municipal de Baião
Telefone: + 351 255 540 550
Fax: + 351 255 540 510v


Bibliografia:
BARROCA (Mário Jorge)
1985 – Notas sobre a ocupação medieval em Baião. Separata da revista “Arqueologia” nº 10. Porto.
1990/91 – Do Castelo da Reconquista ao Castelo Românico. (Séc. IX a XII). Separata da revista “Portugália”, Nova Série – Volume XI-XII. Porto, Instituto de Arqueologia da FLUP.
2003 – “Arquitectura Militar” in Manuel Themudo Barata e Nuno Severiano Teixeira (Direção), Nova História Militar de Portugal, volume1 (coordenado por José Mattoso), Lisboa, Círculo de Leitores, pp. 95-121."


in http://www.agrupamento-vale-ovil.edu.pt/turismo/Do_silencio_aos_sabores_da_Terra/Castelo_de_Matos.html

Cinco clãs fundadores de Portugal

«cinco clãs fundadores de Portugal»
in Genealogia Das Famílias Moreira Maia e Ferreira dos Reis, por Maria das Graças Maciel Reis e Maria Salomé Reis Alves de Lima, 2014, página 28

«hegemonia política das já referidas cinco linhagens – dos senhores de Sousa, da Maia, de Ribadouro, de Baião e de Bragança – que tinham prevalecido sem rival na corte do conde D. Henrique.»
de https://nationalgeographic.sapo.pt/historia/grandes-reportagens/953-afonso-henriques

«A linhagem dos senhores de Baião é anterior à fundação de Portugal. Quando os livros aqui citados referem 1º, 2º, 3º, etc, entenda-se, nesta família e por mercê do rei D. João I, uma vez que não há como numerar com exactidão os senhores de Baião que os precederam, descendentes dos godos.» 
de http://geneall.net/pt/forum/59/senhores-de-baiao/

A BASTARDIA DA CASA WINDSOR…

A BASTARDIA DA CASA WINDSOR… AFINAL O LEGÍTIMO REI DE INGLATERRA É PORTUGUÊS!

Detalhes
Atualizado em 17-10-2016
Publicado em 08-10-2013

Foto: Noticiasnews247.blogspot.com

(Contém a revelação de novos factos sobre as verdadeiras causas que mataram Diana Spencer)

O casamento de D. João I com Filipa de Lencastre em 1387 foi lavrado no âmbito da mais Velha Aliança diplomática celebrada em 1373 entre os reinos de Portugal e de Inglaterra, esta missiva, ficou conhecida na história universal como Tratado de Windsor. Contudo, esta Aliança tem sido muito mais útil à Grã-Bretanha do que a Portugal, o desequilíbrio evidente verificado nos proveitos entre os signatários deve-se fundamentalmente à reconhecida superioridade financeira e geopolítica que a Velha Albion tem tido, no plano internacional. Não foi por acaso que a coroa britânica em 1834 escolheu o velho aliado para esconder o futuro legítimo Rei batizado com o nome de Marcus Manoel. O pequeno príncipe, foi trazido de Inglaterra secretamente por D. Fernando Saxe-Coburgo-Gotha, o alemão que mais tarde se tornaria no Consorte do reino ao casar-se com Dona Maria II.

O inesperado bebé Real britânico ficou, desde então, exilado e ocultado num reino considerado seguro, cuja tradição diplomática impedia qualquer acção considerada menos lícita ou cavalheiresca entre os parceiros. O Rei legítimo Anglo-Saxónico mantinha-se vivo mas velado e esquecido num país pequeno, periférico, dependente, pobre e quase sempre a soldo dos interesses do seu forte aliado. É, interessante sublinhar, que o Príncipe enjeitado Marcus Manoel foi, descartado de vez, ao ser inesperadamente assassinado por envenenamento na sua casa de Lisboa em 1910.

Hoje, o seu legítimo representante é Sua Alteza Real D. Francisco Manoel, segundo me disseram, um homem que mantém presente a proveniência da amargura do exílio mas um líder de grande carácter, coragem e educação. Chegou-me também aos ouvidos que Sua Alteza Real vai lançar, em breve, um livro com edição garantida a nível internacional sobre este tema. Os mais próximos olham-no como um verdadeiro Gentleman, homem de sorriso franco e de uma simpatia contagiante. Transmitiram-me outrossim que Sua Alteza Real D. Francisco, apesar do estatuto de rejeitado, é um acérrimo defensor da Grã-Bretanha, nunca pretendeu reclamar o seu legítimo direito ao Trono Britânico ou criar no futuro quaisquer atritos entre o povo e a Coroa apesar dos contratempos, perseguições e vigilância apertada, a que tem sido sujeito.

Essas amarras ameaçadoras estenderam-se no passado na forma de alguns atentados à integridade física e outras aviltantes acções psicológicas cometidas contra a sua família desde o Século XIX. Obtenha mais informação: Elevation Lord Chancellor Greg Hallett - TheWorldOfTruth.net

Para entendermos melhor este facto histórico secreto, é necessário recuarmos à primeira metade do século XIX. O legítimo Príncipe de Gales na época foi Marcus Manoel, filho primogénito da então princesa Alexandrina Victoria de Kent, mais tarde conhecida por Rainha Victoria, e do príncipe ‘cego’ Jorge de Cumberland, futuro Rei de Hannover.

Os dois nasceram em 1819, ambos foram considerados herdeiros presuntivos ao trono britânico. Neste confuso jogo da “Corrida ao Trono” a casa de partida aparentava, no início, ser justa com igualdade de oportunidades para os candidatos. Puro engano, o legítimo príncipe Jorge lançava a sua reduzida hipótese na adversidade dos dados que manchavam as suas aspirações por ser filho primogénito do odiado Duque de Cumberland também conhecido pejorativamente pela alcunha de “Ave de Rapina”, enquanto a princesa Victoria, apesar de lançar a sorte viciada na sua origem ilegítima e, a partir de 1834 com um primeiro filho gerado em segredo, era claramente a grande favorita porque a sua bastardia garantia-lhe a magnitude do apoio financeiro do seu pai biológico o banqueiro Rothschild, magnata que detinha o poder absoluto em Inglaterra e, cujo dinheiro, era fundamental para a sobrevivência da própria coroa.

Foi, no enredo desta competição batoteira, que exilaram o príncipe Marcus Manoel, o primogénito oculto dos dois Candidatos-Rei. Se Victoria morresse antes de ter uma descendência oficial o Máscara de Ferro britânico por certo subiria ao trono como último garante da alta finança Rothschild porque podia existir um tenebroso reverso da medalha para esta colossal Dinastia Financeira com a aprovação em Inglaterra da Bill of Rights no ano de 1689 foram lançadas as fundações da Monarquia Constitucional, segundo alguns argumentos, Victoria nunca herdou legalmente o trono, porque a Lei dos Direitos e o Acto de Estabelecimento de 1701 (alterou a linha de sucessão ao trono) não tinham qualquer efeito, uma vez que ambas as Leis foram sancionadas por William III de Orange, que não era o verdadeiro Rei.

Deste modo, legalmente Victoria nunca foi olhada em Inglaterra como verdadeira rainha porque pura e simplesmente nunca existiu... O Príncipe Marcus Manoel encontrava-se a salvo em Portugal como se estivesse numa incubadora, poderia ser requerido a qualquer altura e funcionar legalmente como tábua de salvação ou porto de abrigo para a elite financeira inglesa. Assim, se explica a verdadeira bastardia genética da Casa Windsor.

Numa das minhas viagens a Madrid cruzei-me casualmente com um agente reformado do KGB num aglomerado de Lojas (vulgo centro comercial), esse homem revelar-me-ia uma parcela da verdade sobre a ilegitimidade dos Windsor. Segundo o seu testemunho, Eduardo VII era também um bastardo há imagem e semelhança da sua majestosa mãe possuída por alguns tiques de ninfomaníaca.

O seu pai biológico teria sido um criado escocês de nome John Brown, esse registo escandaloso está gravado num diário pessoal da Rainha Victoria redigido em alemão gótico, pela sua mão intransmissível:“- Berty, é filho do meu amado John Brown!” Estupefacto, fiquei sem reacção, quase aturdido, aconcheguei-me melhor na cadeira que me acolhia contudo, o desparamentado mestre secreto russo manteve uma expressão neutra fitou-me com um olhar perturbador, sorriu e continuou o seu discurso pragmático revelando-me em seguida que esse ‘Diário Real’ existe (escondido a sete chaves) e encontra-se na posse da Grande Duquesa de Hesse, Liliane Battemberg uma ‘puro-sangue’ considerada ainda hoje persona non grata em Inglaterra.

Em conformidade com a antiga Inteligência de Leste, esta senhora vive confortavelmente em Espanha e foi uma das fontes financeiras do filme realizado em 1997 sobre a vida de Sua Majestade, Victoria R.I. com o título de Mrs Brown. O “acordado” e corpulento espião aposentado acenou vigorosamente a cabeça aproveitando aquele momento único da confissão para disferir um rude golpe na anti face da trágica morte da esbelta Diana Frances Spencer ao afiançar-me que ela estava junto do marido Carlos num jantar em Marbelha quando soube pela boca da anfitriã liliane Battemberg, na presença física do rei de Espanha Juan Carlos de Bourbon e de outros reais, que afinal o seu luxuoso e cintilante enxoval adquirido para servir a uma verdadeira Princesa de Gales era um completo vexame porque estava incontornavelmente enxovalhado pela bastardia, cuja pestilência da criadagem, também arrastava o seu filho William. Harry nasceria mais tarde, depois da “boa-nova”. Desmascarado Carlos Windsor ficou sem reacção, indefeso e ruborescido mas manteve-se cabisbaixo em silêncio.

Após, a monumental lide atafulhada de verónicas geniais fornecidas pela mão da triunfadora da noite a Grande Duquesa, o caldo entornou… Nessa inolvidável soiret a deslustrada Diana, segundo sei, ouviu alguém falar respeitosamente de Sua Alteza Real D. Francisco Manoel; Lady Di, compreensivelmente sentiu-se na pele de uma mulher do povo quase a puxar para o chinelo, pouco tempo depois, inconsolada decide rejeitar o actor Carlos. Daí em diante, torna-se numa mulher fácil, tem como último amante um rico armazenista muçulmano até ao momento em que irreflectidamente decide pôr a cabeça a prémio; constrói o seu próprio ossário ao afirmar junto da comunicação social que pretende acabar com a Casa Windsor.

Garantiram-me, que a “princesinha azarada” perdia a razão quando recordava a memorial secura da noite das ‘ramblas’… Paz há sua alma! Depois da “missa” o “soviético” resolveu arrematar o seu palavroso monólogo num tom de voz quase fraterno porém, carrancudo de soberba:”- Pobres ingleses…

Com as informações que temos em diversas áreas, Vladimir esmagará, de um só golpe, a pequena Ilha quando for útil para a mãe Russia!” Nunca mais vi, ou ouvi falar, deste enigmático personagem que se apresentou graduado com o nome simbólico de G…, contudo fiquei com a ideia, que aquele homem reformado era irritantemente competente e metódico, todas as informações faziam-se acompanhar de consistentes provas documentais. Compreendo agora, o contexto da alegada afirmação feita pelo Presidente Putin durante a última reunião dos G20 quando cochichou ao ouvido de David Cameron que “Inglaterra é uma pequena Ilha que não conta para nada”.

Pois é, desde há mais de cem anos para cá, a batelada de bastardos coroados nas Ilhas britânicas só têm enfraquecido Inglaterra, os “súbditos” ainda não compreenderam que são vistos do exterior como pequenos inventores de tradições, olhados como gente educada numa extravagância quase circense que alimenta o ego acenando pequenas bandeirinhas ao vértice de uma pirâmide cor-de-rosa carregada de cabeçudos e de matrafonas. Enquanto assisto divertido a um verdadeiro “tratado” como o da família Windsor ou a um episódio bizarro do género “Mr Bean” onde comumente, assistimos a uma ridícula zombaria que acaba sempre em tremenda confusão vem-me frequentemente à memória, uma das cenas finais do filme português “O Pai Tirano” quando, no meio do caos instalado, um espectador sentado na plateia diz para quem está ao seu lado:”- Eu não percebo nada… Mas garanto-lhe que isto é teatro e do bom!”

Finalizo com uma pergunta independente, construtiva e objectiva: Não será muito mais eficaz para Inglaterra repor no trono uma legítima cabeça coroada como a de Sua Alteza Real D. Francisco Manoel?

Sugiro que a Grã-Bretanha abandone os preconceitos caseiros e deixe de “pôr as talas à rã” para perceber que a diferença entre o homem altamente desenvolvido e o homem vulgar é tão grande como a diferença entre um aparelho de rádio, que somente pode captar as ondas emitidas por um determinado posto, e um outro susceptível de captar as frequências emitidas por todas as estações do Mundo.

Texto de António Góis para o Lusopt.pt
in http://www.lusopt.pt/cronicas-q/180-a-bastardia-da-casa-windsor-afinal-o-legitimo-rei-de-inglaterra-e-portugues

Texto só com palavras começando por “p”

P... de Portugal! de português!


"Português é o único idioma em que se pode escrever um texto só com palavras começando por “p”

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém perseverante, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principa
lmente por pretender partir prontamente para Portugal. “Povo previdente!”, pensava Pedro Paulo. “Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses”.
Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes. “Paris! Paris!”, proferiu Pedro Paulo. “Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir”. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: “Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Por que pintas porcarias?”. “Papai”, proferiu Pedro Paulo, “pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal”. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte, precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Fonte: Internet. Autor desconhecido."

via blogue 'Abaciente' - https://abaciente.blogspot.pt/2017/01/portugues-e-o-unico-idioma-em-que-se.html