TERRAS DE PENAGOYÃ:

Apesar de nos tempos de hoje não ser uma realidade correspondente ao que era no passado, defendo a sua promoção e estudo. Porque a nossa história deve ser estudada, preservada e publicitada.
SE NÃO DEFENDERMOS O QUE É NOSSO, QUEM É QUE O DEFENDE?
"

Por Monteiro de Queiroz, 2018

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PROBLEMAS POR RESOLVER!...

Há quem desfrute de “problemas por resolver comigo”, alguns “deles” com mais de 20 anos! Aconselho a que os resolvam rapidamente… sob pena de ficarem “engasgados” para toda a vida! Esses problemas já começam a ser crónicos, denunciadores de uma qualquer patologia intelectual!

Eduardo deQueiroz
Vila Nova de Gaia, Carvalhos, 26 de Maio de 2011

OS DIREITOS À INDIGNAÇÃO E DE RESISTÊNCIA

O que muito boa gente com responsabilidade e poder neste país desconhece

Num passado ainda recente, uma figura ilustre deste país introduziu no universo da nossa cidadania colectiva o Direito à Indignação.

A nossa Lei fundamental estabelece no seu art.º 21.º o Direito de Resistência, onde «todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.»

Outra figura ilustre, nossa contemporânea, incentivou-nos recentemente a um "sobressalto cívico" que nos “faça despertar”.

Muito boa gente, com responsabilidade e poder neste país, possui habitualmente posturas reveladoras de um constante “abuso de poder” que me fazem pensar correntemente nos meus direitos à Indignação e de Resistência.

Os direitos à Indignação e de Resistência são direitos invioláveis de cada cidadão, o qual, numa postura de cidadania e de não aceitação de qualquer “abuso de poder”, poderá fazer uso.

E não se admirem, os que “abusam do poder”, se alguém passar a fazer uso dos mesmos.

Arcozelo, 13 de Maio de 2011
Eduardo José Monteiro de Queiroz

Ver ainda http://www.facebook.com/media/set/?set=a.1823958005768.2095017.1444786860

INDIGNAÇÃO

in.dig.na.ção, português, substantivo feminino
- sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma acção vergonhosa, uma injustiça frisante, etc
* numa democracia, o direito à indignação é sagrado

in http://pt.wiktionary.org/wiki/indigna%C3%A7%C3%A3o

RESISTÊNCIA

O Direito de resistência é o direito que qualquer pessoa tem de resistir ou insurgir contra qualquer factor que ameace sua sobrevivência ou que represente uma violência a valores éticos ou morais humanistas. O direito de resistência sempre esteve presente na história da humanidade, uma vez que surge como forma de defesa natural contra qualquer forma de opressão ao indivíduo ou a uma colectividade de pessoas.

in http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_de_resist%C3%AAncia

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OS DIREITOS À INDIGNAÇÃO E DE RESISTÊNCIA

O que muito boa gente com responsabilidade e poder neste país desconhece

Num passado ainda recente, uma figura ilustre deste país introduziu no universo da nossa cidadania colectiva o Direito à Indignação.

A nossa Lei fundamental estabelece no seu art.º 21.º o Direito de Resistência, onde «todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.»

Outra figura ilustre, nossa contemporânea, incentivou-nos recentemente a um "sobressalto cívico" que nos “faça despertar”.

Muito boa gente, com responsabilidade e poder neste país, possui habitualmente posturas reveladoras de um constante “abuso de poder” que me fazem pensar correntemente nos meus direitos à Indignação e de Resistência.

Os direitos à Indignação e de Resistência são direitos invioláveis de cada cidadão, o qual, numa postura de cidadania e de não aceitação de qualquer “abuso de poder”, poderá fazer uso.

E não se admirem, os que “abusam do poder”, se alguém passar a fazer uso dos mesmos.

Arcozelo, 13 de Maio de 2011
Eduardo José Monteiro de Queiroz

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INDIGNAÇÃO

in.dig.na.ção, português, substantivo feminino

- sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma acção vergonhosa, uma injustiça frisante, etc
* numa democracia, o direito à indignação é sagrado

in http://pt.wiktionary.org/wiki/indigna%C3%A7%C3%A3o

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RESISTÊNCIA

O Direito de resistência é o direito que qualquer pessoa tem de resistir ou insurgir contra qualquer factor que ameace sua sobrevivência ou que represente uma violência a valores éticos ou morais humanistas. O direito de resistência sempre esteve presente na história da humanidade, uma vez que surge como forma de defesa natural contra qualquer forma de opressão ao indivíduo ou a uma colectividade de pessoas.

in http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_de_resist%C3%AAncia

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DIREITO DE RESISTÊNCIA, ABUSO DE PODER, IGNORÂNCIA SOBRE DIREITOS CONSTITUCIONAIS.

O Código Civil (artigo 6º) fixa um princípio geral de Direito: “a ignorância ou má interpretação da Lei não justifica a falta do seu cumprimento nem isenta as pessoas das sanções nela estabelecidas”.

A recente ferocidade inspectiva (ASAE, DGV, Finanças, etc) tem levado à instalação de um Estado de terror sobre as pessoas, tendo tais entidades (“Autoridades” como gostam de ser chamadas) procurado abrigo naquele princípio jurídico, fazendo dele uso abusivo e inaceitável.

E se os cidadãos exigissem ferozmente igual cumprimento da Lei aos agentes inspectivos, vulgo, autoridades?

Os governantes têm afirmado que os cidadãos estão “confiantes”. Inqualificável: confundem confiança com medo. Maquiavel fazia – com a diferença de ser inteligente – o mesmo…

Quero aqui lembrar, para exigir na medida em que se recebe, duas ferramentas jurídicas: o direito (constitucional) de resistência e o crime de abuso de poder.

O primeiro resulta do art.º 21 da Constituição: “todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias, e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública”. Curioso é quando a ordem provem precisamente de autoridade pública, o que não anula – antes reforça – o direito de resistência.

Os direitos, liberdades e garantias, constitucionalmente previstos, são imediatamente aplicáveis e vinculam as entidades públicas e privadas (art.º 18º CRP).

Não raras vezes os agentes de entidades públicas actuam com manifesto abuso. Não há desculpas: a Lei, como o Sol, é para todos (convém também lembrar o art.º 22 CRP: Responsabilidade do Estado e Entidades Públicas).

Dispõe, por outro lado, o Art.º 382 (Abuso de poder) do Código Penal “O funcionário que, fora dos casos previstos nos artigos anteriores, abusar de poderes ou violar deveres inerentes às suas funções, com intenção de obter, para si ou para terceiro, benefício ilegítimo ou causar prejuízo a outra pessoa, é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal”.

Ora, a intenção de causar prejuízo é pouco discutível… a questão do “abuso de poderes” ou “violação de deveres inerentes às suas funções” parece ser também comum.

Então: por que não resistir e, sendo caso, apresentar SEMPRE queixa-crime contra estes agentes de “autoridade” quando abusam da mesma?

* Advogado

Pedro Hilário *
00:06 quarta-feira, 30 janeiro 2008

in http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=80701

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"FRUTA"... & PREFERÊNCIAS...

Não gostaram da fruta!

Quis-lhes presentear kiwi, pitanga, manga, maracujá, múcua, sape sape, carambola, maboque, caju, anona, goiaba, tambarindo, entre outros frutos exóticos!

Não quiseram!

Não gostaram da fruta que lhes quis dar!

Sempre "preferiram" foi “banana”…

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[*** Claro é que este álbum é dirigido a certos “destinatários”. Porventura , o "envelope de correio" nem vai chegar ao "destino". Paciência!... ***]

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Ver ainda http://www.facebook.com/media/set/?set=a.1822040957843.2094930.1444786860

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Ponte Pedonal da Régua

PARA USO PEDONAL E DE BICICLETAS
Requalificação de ponte na Régua custa 1,6 milhões de euros
LUSA 3 de março de 2011, 12:54

A requalificação da desactivada ponte metálica sobre o Douro, na Régua, começou esta semana e, ao longo de nove meses, serão gastos 1,6 milhões de euros na recuperação desta estrutura para uso pedonal e de bicicletas.

O presidente da Câmara Municipal da Régua, Nuno Gonçalves, disse hoje que a ponte, construída em 1872, vai ser recuperada nos moldes originais.

A obra junta a Estradas de Portugal (EP) e a autarquia e insere-se no "Frente Douro", um projecto do município que quer melhorar a relação da cidade com o rio e atrair investimento. O custo do "Frente Douro" vai ascender aos dez milhões de euros, verba elegível no âmbito de uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional, e junta vários parceiros públicos e privados.

A ponte metálica está, segundo o presidente daquela autarquia, "em grande degradação" e, por isso, "é uma nódoa" na cidade da Régua. O objectivo da intervenção é tornar este património num "atractivo turístico" e num "ex-líbris". "As pontes são uma marca da cidade", sublinhou.

Nuno Gonçalves reconheceu ter tido "sérias preocupações" quanto à concretização da obra por causa dos "problemas económicos" que o país está a atravessar. "Mas depois de conversarmos com a EP ainda bem que se resolveu avançar com a obra", salientou.

As pontes da Régua

A ponte metálica foi construída para servir o tráfego rodoviário. Mesmo ao lado foi entretanto construída uma outra ponte por onde deveria passar o comboio que ligaria a Régua a Lamego. Só que o caminho-de-ferro nunca chegou a ser construído e a ponte ferroviária passou a rodoviária e a metálica foi desactivada.

Nuno Gonçalves referiu ainda que já foi adjudicada a reabilitação da Estrada Nacional 108 (EN108) e incide na intervenção ao longo dos três quilómetros de frente ribeirinha. Esta obra vai custar 4,5 milhões de euros e implica a construção de duas rotundas, novos passeiros, pavimento, lugares de estacionamento, mobiliário urbano, iluminação e arborização. "A EN108 afirma-se como a espinha dorsal da relação da cidade com o rio, que é a base de todo este projecto", afirmou Nuno Gonçalves.

O "Frente Douro" inclui ainda a reabilitação do cais comercial da estação, um edifício em madeira classificado, que vai ser transformado num espaço de venda de vinhos, produtos artesanais e restauração. Esta obra, que deverá ficar a cargo da Refer, vai custar 1,1 milhões de euros e vai funcionar em articulação com a estação de caminho-de-ferro.

Depois caberá à delegação da Régua do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos transformar as plataformas amovíveis do cais fluvial, que, segundo o autarca, sofrem grandes danos aquando das subidas das águas do Douro no Inverno, em cais rígidos.

"Pretendemos que o 'Frente Douro' se constitua como uma âncora para o desenvolvimento da cidade na sua relação com o rio, para a melhoria da qualidade do espaço urbano e para nos tornarmos atractivos e competitivos na captação de novos investimentos", afirmou Nuno Gonçalves.

www.publico.pt/2011/03/03/local/noticia/requalificacao-de-ponte-na-regua-custa-16-milhoes-de-euros-1483088, Consulta em 16set2017

CASA DO DOURO: As razões da perseguição política

(Toda a máquina que Sócrates montou na região, tem como finalidade atingir dois objectivos: a apropriação integral do Douro vinícola pelas grandes empresas Comerciais, e a transformação de parte do Douro e da região transmontana num pólo de aproveitamento hidroeléctrico repartido entre a EDP e a IBERDROLA.
Por isso, a Casa do Douro tem que ser destruída porque é um empecilho a esta estratégia neo-liberalizante do Governo para a região)

Há quem ande toda a vida a penar por um pecadilho que em tempos cometeu. No que toca à Casa do Douro, ela foi condenada à morte por um “crime” de enésimo grau, “crime” esse cuja condenação nunca poderia ir além de uma pena suspensa, da mesma forma que esse “crime” é anualmente perdoado à grande maioria das empresas públicas e demais organismos dependentes do Estado.

Em tempos que já lá vão, a Casa do Douro fez um mau negócio, ou melhor, fez um negócio talvez mal estudado e da qual se saiu mal. Agarrando-se a esse facto e aproveitando a fragilidade que as consequências de tal acto provocaram no equilíbrio financeiro da CD, o poder político resolveu acabar com ela.

Porquê?

É certo e sabido que o poder político sempre se deu bem com o poder económico. Princípio velho como o mundo e que as democracias do sul da Europa ainda não conseguiram por cobro. É verdade que a CD sempre foi vista com maus olhos por quem detém o capital na região. E quem o detém, não é pequeno nem o médio produtor. As grandes empresas comerciais sedeadas no Porto, que são também proprietárias de grandes quintas na região, essas sim, têm o dinheiro. Mas foi sempre entendimento do Poder que o equilíbrio de um sector agrícola tão específico como o duriense, dependia forçosamente de um entendimento entre as partes: quem produzia e quem comercializava.

Uma ruptura por esmagamento da mais fraca pela mais poderosa seria desastrosa. Até Salazar entendeu isto muito bem. Por isso, durante décadas, o interprofissionalismo vingou, e a lei obrigou a que ambas as partes se sentam à mesa e concertassem preços, datas, formas de pagamento, quotas. Porque só isto garantia a subsistência da produção perante as vicissitudes de uma actividade tão incerta como é a agrícola, da mesma forma que assegurava a existência de matéria-prima para que o comércio pudesse trabalhar sem sobressaltos das falhas de produção. O baluarte deste equilíbrio e pilar do sistema, era a Casa do Douro, instituição forte que representava cerca de 40 mil pequenos e médios produtores que, sozinhos, seriam facilmente devorados pela máquina trituradora do Comércio, mas juntos naquela Casa garantiam uma unidade sólida.

Até que, de repente, os novos “boys” da Economia, os deuses do neo-liberalismo, resolveram aplicar a tudo estes princípios selvagens do mercado. Assim mesmo, a torto e a direito, como se vinho fosse água, como se pedra fosse madeira, como se o dinheiro fosse o princípio e o fim de todo o capitalismo. Erro crasso pelo qual estamos todos a pagar. Porque, no capitalismo moderno (não liberal) o dinheiro é um meio e não um fim. É um meio de investimento, de criação de riqueza, de trabalho e de bem-estar. O dinheiro não é para se acumular em Bancos para que os seus titulares sejam capa da revista Forbes.

O certo é que, desde aquele pecadilho, a Casa do Douro tem vindo a ser sucessivamente perseguida pelos diversos Governos. Mas nunca nenhum foi tão longe como este, de José Sócrates. Para além de lhe criar um colete de forças a todas as propostas que a CD apresentou como forma de pagar a dívida do pecadilho, roubou-lhe o cadastro, retirou-lhe competências ancestrais sem reparação, e deixou o Comércio à rédea solta de tal forma que hoje em dia o lavrador, de bolsos vazios e com dívidas, é obrigado a vender a produção a qualquer preço, a hipotecar terras, a vendê-las às grandes quintas, numa situação desesperada de luta contra a ruína.

E foi assim que, anos e anos de equilíbrio num sector agrícola que eram os olhos da agricultura nacional, se estão a transformar num dos maiores descalabros económicos. E isto depois de Sócrates estar farto de saber que o Douro era a única região agrícola do país que dava lucro ao Estado, e isto depois de Sócrates dizer que era preciso apostar na exportação. Aqui, no Douro, onde a exportação sempre foi um motor importante da nossa Economia.

No fundo, trata-se de uma estratégia concertada que passa pelo enfraquecimento produtivo e que assenta na abertura do caminho para a apropriação fácil, não só do Douro, mas também de Trás-os-Montes.

Toda a máquina que Sócrates montou na região, tem como finalidade atingir dois objectivos: a apropriação integral do Douro pelas grandes empresas Comerciais, e a transformação de parte do Douro e da região transmontana num pólo de aproveitamento hidroeléctrico repartido entre a EDP e a IBERDROLA.

E, nesta estratégia, vale tudo, desde criar-se uma falsa perspectiva, tipo manobra de diversão, sobre um pretenso Douro turístico de grande escala, que nunca existirá, até à criação de uma estrutura de Missão cuja missão, até hoje, tem sido a de apaziguar as autarquias e mantê-las diplomaticamente sem grandes protestos perante o esvaziamento cirúrgico e sucessivo que vai concretizando na saúde, na educação, na assistência social, na Justiça, etc., etc. Porque, quanto ao resto, os durienses aceitam o que virá. São pacíficos, por dá cá aquela palha matam este mundo e o outro, mas no fundo, nem ao mosquito que lhes ferra a pele são capazes de pôr fim.

O poder político sabe com quem lida, e depois, não é o pequeno nem o médio lavrador que deixa ficar o cheque na sede do partido para a campanha eleitoral, nem é o pequeno nem o médio lavrador que tem negócios de milhões em cujas franjas se possam albergar as ambições de uma classe política interesseira.

A Casa do Douro tem que ser destruída porque é um empecilho à estratégia neo-liberalizante do Governo para a região. Porque, como já alguém disse, estes socialistas acabam com direitos que nem o fascista Salazar algum dia se atreveu a mexer.

Pensem: o Algarve está entregue, o litoral mais que negociado, o Alentejo é um deserto árido, as Beiras inóspitas. Que sobra?

Douro e Trás-os-Montes.

Aqui há espaço para se construírem barragens até ao gargalo, espaço para que as grandes quintas se alarguem e espaço para que terrenos agrícolas sejam aproveitados para outros fins.

No meio deste projecto há um empecilho: 40 mil vinicultores. Quem os une? A Casa do Douro. O que acontece se a Casa do Douro acabar? Os 40 mil desagregam-se. E depois? Ficam à mercê dos lobos que, como se sabe, não atacam uma manada inteira, mas esperam que ela se disperse.

Mas eu sei que, quando Sócrates cá vier pela centésima vez, inaugurar o reinício das obras na A4, vai negar isto tudo.

Por Francisco Gouveia, Eng.º
gouveiafrancisco@hotmail.com

Fonte: http://www.dodouro.com/noticia.asp?idEdicao=344&id=22987&idSeccao=3913&Action=noticia

Edição de 18-02-2011

Com o passar do tempo...

"Com o passar do tempo, a História encarrega-se de acomodar os acontecimentos no seu merecido lugar atribuindo-lhes a importância que realmente têm e não a que os homens seus contemporâneos lhes outorgaram há data dos mesmos."

Monteiro deQueiroz
10 de Janeiro de 2011
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Estratégia de conveniência




A CONVENIÊNCIA:

"Enquanto uma grande maioria segue a estratégia da conveniência de momento, uma pequena minoria segue a missão do dever.
Enquanto para os primeiros o que os dirige é o sentimento de ser ou não conveniente, para os segundos dirigi-os o sensato sentido do dever e de justiça.
Enquanto para os segundos o que os preocupa é o interesse da comunidade onde se inserem, para os primeiros, o que lhes importa são os seus mesquinhos interesses!
"
Monteiro deQueiroz
11 de Janeiro de 2011
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estratégia da conveniência

Enquanto uma grande maioria segue a estratégia da conveniência de momento, uma pequena minoria segue a missão do dever.
Enquanto para os primeiros o que os dirige é o sentimento de ser ou não conveniente, para os segundos dirigi-os o sensato sentido do dever e de justiça.
Enquanto para os segundos o que os preocupa é o interesse da comunidade onde se inserem, para os primeiros, o que lhes importa são os seus mesquinhos interesses!

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«Pareço egoísta àqueles que, por um egoísmo absorvente, exigem a dedicação dos outros como um tributo»

Fernando Pessoa
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não carneirinho seguidista...

"Sou Carneiro de signo, não carneirinho seguidista de qualquer pastor* que conduza uma qualquer carneirada.

(Pastor com aspirações a condutor de carneiros)

Monteiro deQueiroz
26 de Novembro de 2010
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