TERRAS DE PENAGOYÃ:

”Apesar de nos tempos de hoje não ser uma realidade correspondente ao que era no passado, defendo a sua promoção e estudo. Porque a nossa história deve ser estudada, preservada e publicitada.
SE NÃO DEFENDERMOS O QUE É NOSSO, QUEM É QUE O DEFENDE?
"

Por Monteiro de Queiroz, 2018

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RIP José Queirós

REQUIESCAT IN PACE José Queirós

"Morreu o mandante do massacre do "Meia Culpa"

José Queirós, o mandante do massacre do bar de alterne "Meia Culpa", em Amarante, onde faleceram 13 pessoas em 1997, morreu na quarta-feira de doença prolongada.

O homem, que estava em liberdade condicional desde maio de 2017, tinha sido internado em janeiro deste ano, por causa de diversas doenças, incluindo um cancro.

José Queirós foi condenado a 25 anos de prisão, pela prática, como autor, de um crime de incêndio, de 13 crimes de homicídio qualificado consumados e de 22 crimes de homicídio qualificado tentados, por factos ocorridos em 1997.

Na altura, José Queirós era dono do "Diamante Negro", também em Amarante, que era concorrente direto do "Meia Culpa".

O funeral está marcado para sexta-feira, na Igreja de S. Pedro e o corpo seguirá para o cemitério de Amarante. Devido às restrições da pandemia, o funeral será realizado apenas na presença da família."


in https://www.jn.pt/justica/mandante-do-massacre-do-meia-culpa-faleceu-12052780.html
Alexandre Panda/JN - 09.04.2020 às 15:57
[Consultado em 09.04.2020]

REQUIESCAT IN PACE José Queirós

Juan Rodríguez Botello, natural de Villamayor de Lubrigos

JUAN RODRÍGUEZ BOTELLO vs JOÃO RODRIGUES BOTELHO, natural de Villamayor de Lubrigos que en 1780 era marinero de la corbeta El Buen Jesús de Barselo, que se hallaba anclada en la rada de este Puerto [Montevideo - Uruguai]

"JUAN RODRÍGUEZ BOTELLO, platero natural de Villamayor de Lubrigos (Portugal), que en 1780, era marinero de la corbeta “El Buen Jesús de Barselo", que se hallaba anclada en el puerto de Montevideo. Fue aprehendido por introducir de contrabando diversas alhajas. También se dedicaba a la venta de esclavos."

[JOÃO RODRIGUES BOTELHO, ourives? natural de Villamayor de Lubrigos (Portugal). Em 1780 era um marinheiro da corveta "O Bom Jesus de Barselo", que estava ancorado no porto de Montevidéu. Ele foi preso por contrabando de várias jóias. Ele também estava envolvido na venda de escravos.]

"MANUEL GÓMEZ CAMELLO, platero de Montevideo que, en 1780, tasó las alhajas que se encontraban en poder del portugués Juan Rodríguez Botello."

[Manuel Gómez Camello, ourives? de Montevidéu (Uruguai) que em 1780 avaliou as jóias que estavam na posse do português João Rodrigues Botelho.]

in "PLATEROS DEL RIO DE LA PLATA DICCIONARIO DE PLATEROS RIOPLATENSES"
(Recomendamos a quienes quieran ampliar su conocimiento en orfebrería el libro “Orfebrería (Arte y Oficios)” de Carles Codina (Autor) al cual pueden acceder a través del siguiente enlace: https://amzn.to/2TCVyHX

in https://solocuchillos.com/plateros/ [Consulta em 09.04.2020]
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Nota 135, Pág 80; "En carta del 5 de junio de 1784, el Intendente de Buenos Aires daba cuenta del expediente Seguido sobre el comiso de varias alhajas de oro y piedras que se aprendieron a Juan Rodriguez Botelo, marinero de la corbeta el "Buen Jesús de Barcelo". Una vez en pública subasta, fueron rematadas en 500 pesos y 6 reales. AGI, Buenos Aires, 516."

Nota 150, pág 85; "En junio de 1784 las autoridades virreinales informaban del comiso "... de varias alhajas de oro, y piedras que se aprehendieron en una caja en Montevideo a Juan Rodríguez Botello de nación portugués...", marinero de la corbeta el Buen Jesús de Barcelo. AGI, Buenos Aires, 516. En enero de 1786 se decomisaban los géneros y efectos que López de Arraya había conducido ilegalmente al puerto de Montevideo, desde el de Bahía de Todos los Santos, en la sumaca portuguesa nombrada Nuestra Señora del Amparo, intentando encubrir la operación con el permiso que había obtenido para ingresar esclavos. AGNA IX 36-3-2"

in "Luso-brasileños en el Buenos Aires virreinal: trabajo, negocios e intereses en la plaza naviera y comercial", Marcela Tejerina, EdiUNS, 2004
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– “Anales - Vol. 7 - 9”, Universidad de Buenos Aires. Instituto de Arte Americano e Investigaciones Estéticas Buenos Aires, 1954, “RODRÍGUEZ BOTELLO, JUAN Platero portugués, natural de Villamayor de Lubrigos, que en 1780 era marinero de la corbeta El Buen Jesús de Barselo, que se hallaba anclada en la rada de este Puerto [Montevideo]. El 25 de diciembre fué …”, pág. 92;

– “La platería en el Río de la Plata”, Adolfo Luis Ribera, 1955, “RODRÍGUEZ BOTELLO, JUAN Platero portugués, natural de Villamayor de Lubrigos, que en 1780 era marinero de la corbeta El Buen Jesús de Barselo, que se hallaba anclada en la rada de este Puerto [Montevideo]. El 25 de diciembre fué …”, pág. 85;

– “Diccionario de orfebres rioplatenses: siglos XVI al XX, Diccionario de orfebres rioplatenses: siglos XVI al XX”, Adolfo Luis Ribera, Fondo Nacional de las Artes, 01.jan.1996, “ RODRÍGUEZ BOTELLO, Juan Platero natural de Villamayor de Lubrigos (Portugal), que en 1780, era marinero de la corbeta "El Buen Jesús" de Barselo, que se hallaba anclada em ...”, pág. 192;

– “El arte luso brasileño en el Río de la Plata: exposición patrocinada por la Embajada del Brasil, Museo Nacional de Arte Decorativo”, Buenos Aires, 18.out.1966, Editora:Ministerio de Educación y Justicia, Secretaría de Educación y Justicia, Subsecretaría de Cultura, Dirección General de Museos y Bibliotecas, 1966, “RODRIGUEZ BOTELLO, Juan Platero portugués natural de Villamayor de Lubrigos. En 1780, estaba en Montevideo y fue aprehendido por introducir de contrabando diversas alhajas.”, pág. xcvii;

– “Diccionario de orfebres rioplatenses: siglos XVI al XX, Diccionario de orfebres rioplatenses: siglos XVI al XX”, Adolfo Luis Ribera, Fondo Nacional de las Artes, 01.jan.1996, “RODRÍGUEZ BOTELLO, Juan Platero natural de Villamayor de Lubrigos (Portugal), que en 1780, era marinero de la corbeta "El Buen Jesús" de Barselo, que se hallaba anclada em ...”, pág. 192;
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platero, nome masculino
ourives

in platero in Dicionário infopédia de Espanhol - Português [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2020. [consult. 2020-04-09 00:45:05]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/dicionarios/espanhol-portugues/platero

D. Jorge da Annunciaçam - Ilustre Penaguiota

D. Jorge da Annunciaçam - Ilustre Penaguiota do Séc XVI - XVII

"D. JORGE DA ANNUNCIAÇAM, natural do Concelho de Penaguiaõ da Provincia Transmontana, filho de Nuno Pinto, e Maria Guedes. Recebeo o habito de Cónego Regrante de Santo Agostinho no Real Convento de Santa Cruz de Coimbra a 14 de Março de 1600. Dictadas as Sciencias Escholasticas aos seus domesticos, foy admittido ao numero dos Doutores Theologos pela Universidade de Coimbra no anno de 1621. Foy Reitor do Collegio de Coimbra no anno de 1627. Soube com tanta perfeiçaõ a lingua Latina, que mereceo a honorifica antonomacia de Cicero Portuguez. Falleceo a 30 de Março de 1634. Compoz Tractatus Theologicus, & Juridicus de Contractibus, fol. M. S. Conserva-se no Convento de S. Salvador de Grijó."

in
BIBLIOTHECA LUSITANA, Historica, Critica, e Chronologica, NA QUAL SE COMPREHENDE A NOTICIA dos Authores Portuguezes, e das Obras, que compozeraõ desde o tempo da promulgação da Ley da Graça até o tempo presente; por DIOGO BARBOSA MACHADO, Ulyssiponense, Abbade Reservatario da Paroquiai Igreja de Santo Adriaõ de Sever, e Académico do Numero da Academia Real. Tomo IV. Que Consta De Muitos Authores Novamente collocados na Bibliotheca, e de outros illustrados, e emendados, impressos nos tres Tomos precedentes. LISBOA, Na Officina Patriarcal de FRANCISCO LUIZ AMENO. M. DCC. LIX. Com as licenças necessarias., pág. 195 (publicado em 1759)

Obrigado nós, Manuel Vitorino de Queiroz

Os meus sinceros agradecimentos ao autor do blog "Manuel Vitorino de Queiroz"  (em manuelvitorinodequeiroz.blogspot.com). Só demos conta nesta data. Bem-haja!

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«terça-feira, 5 de abril de 2011

Os "de Queirós", In Genea Portugal, em www.sapo.pt

«Segundo refere o marquês de Abrantes, inscrevem os genealogistas as origens desta família num quadro de quase inexcedível grandeza e antiguidade, fazendo-a derivar de um lendário príncipe Constantino, aliado do Papa Estêvão III contra Desidério, Rei da Lombardia, e vencedor deste.

Na opinião do marquês de Abrantes, contudo, os "de Queirós" provêm dos antigos senhores da vila desta designação, nas Astúrias, que tiveram alguma preponderância social no nosso país no século XIV.

Terá sido no último quartel deste século que passou a Portugal Fernando Álvares de Queirós, que seguiu o partido do Rei D. Fernando I, o Formoso, contra Henrique III de Castela, aqui se casando com D. Elvira de Castro, com geração que continuou este nome no nosso país.»

In Genea Portugal, em www.sapo.pt

E uma vez mais os meus agradecimentos à fonte das fontes desta nota:;

Eduardo José Monteiro de Queiroz e aos demais autores dos fontes citadas no seu excelente site " De Queiroz Home Page " do qual, com a devida vénia e citação, reproduzirei informações relevantes sobre "...os de Queirós"

Publicada por Vitorino Queiroz à(s) 15:26»


in https://manuelvitorinodequeiroz.blogspot.com/2011/04/os-de-queiros-in-genea-portugal-em.html

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«Fontes e agradecimento

Fontes do antecedente comentário:

'Genea Portugal' em www.sapo.pt

'Heráldica de los Apelidos Asturianos', de Francisco Sarandeses, genealogista e heraldista espanhol

'Armorial Lusitano, Genealogia e Heráldica', Lisboa 1961, de Representações Zairol, Lda.

'Dicionário das Famílias Portuguesas', de D. Luiz de Lencastre e Távora, Marquês de Abrantes

'História de Portugal', Círculo de Leitores, I Volume, pág. 531

Com os meus renovados agradecimentos à fonte das fontes desta nota:;

Eduardo José Monteiro de Queiroz e aos demais autores dos fontes citadas no seu site " De Queiroz Home Page "

Publicada por Vitorino Queiroz à(s) 15:21»


in https://manuelvitorinodequeiroz.blogspot.com/2011/04/fontes-e-agradecimento.html

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«QUE SOMMES-NOUS? D'OU VENONS NOUS?...

O apelido de família 'de Queirós' deriva do apelido asturiano 'de Quirós'. Esta linhagem é uma das mais antigas das Astúrias, e tal era o seu realçe, que usavam nas fachadas brazonadas dos seus solares asturianos a divisa "despues de Diós la Casa de Quirós".

Segundo os genealogistas, esta linhagem provém do Príncipe Constantino, filho dos Imperadores de Constantinopla e de D. Galinda Bernardo, filha de D. Bernardo del Cárpio e de sua mulher D. Gosinda, neta paterna do conde D. Sancho Dias de Saldanha e de sua mulher a Infanta D. Ximena, filha do Rei D. Fruela I.

A utilização dos apelidos 'Bernaldo' e 'de Quirós', visto que foram frequentemente usados, confirma a ligação familiar a D. Galinda Bernardo, filha de D. Bernardo del Cárpio (ou D. Bernaldo del Cárpio).

O Príncipe Constantino socorreu o Papa Estêvão III vencendo o Rei Desidério, rei dos longobardos. Como agradecimento pelos seus feitos teve por mercê do referido pontífice "a apresentação in solidum da igreja da Vitória e quarenta benefícios no bispado de Oviedo", regalia que se manteve aos seus descendentes. O referido príncipe ainda serviu os reis de Leão D. Ramiro I e seu sucessor D. Ordonho I.

Segundo os genealogistas espanhóis, os descendentes de D. Garcia González, senhor de Quirós, seguiram o apelido de família 'Cienfuegos'. A origem deste apelido deu-se com o facto de D. Garcia González ter levado de vencida, apenas com cem homens de armas munidos de archotes, um exército de cem mil mouros que se encontravam nas terras de Quirós, bispado de Oviedo. Os mouros, pensando que era a vanguarda de um exército leonês, retiraram apressadamente despenhando-se pelas montanhas íngremes. D. Garcia ficou por esse facto conhecido pelo "de los cien fuegos" e o local do feito, onde foi erigida uma ermida, por "Cienfuegos", razão pela qual os seus descendentes seguiram esta última forma como apelido.

Gonçalo Bernardo de Quirós, segundo os genealogistas quarto neto por varonia do Príncipe Constantino e de sua mulher D. Galinda Bernardo, «sexto senhor da casa de Quirós nas Astúrias e de seus grandes estados, cavaleiro da Ordem da Banda, Conde de Santo Antolim, embaixador de D. Henrique II às cortes de Inglaterra no ano de 1373, libertador da cidade de Oviedo, que se encontrava sob o jugo do Conde de Valença, pelo que ficou seu governador, e teve precedência de voto nas Juntas Gerais.» Gonçalo Bernardo de Quirós casou com D. Maria de Nava, filha dos condes de Nava.

Gonçalo Bernardo de Quirós e D. Maria de Nava foram pais de Guterre Gonçalves de Quirós, «sétimo senhor da Casa e Solar de Quirós nas Astúrias e dos seus estados, Conde de Santo Antolim, muito estimado do Rei D. Henrique e alferes-mor do Rei D. João I, o qual trazia a bandeira real na batalha de Aljubarrota, a quem nessa ocasião cortaram os braços, conservando-a nos dentes até morrer, pelo que o mencionado soberano concedeu a regalia de ele e seus descendentes serem enterrados na capela real de Toledo e fez mercê de poderem apresentar o arcediago de Gondim na Sé de Oviedo. Recebeu-se com D. Sancha Queixada, filha dos senhores de Vila Garcia, Condes de Pena Flor, de quem houve geração.»

Guterre Gonçalves de Quirós teve por irmão consanguíneo, segundo os linhagistas, Fernando Álvares de Queirós, «fidalgo asturiense que, reinando em Portugal D. Fernando I, passou a este Reino. O mesmo soberano lhe fez mercê de uns pisões e azenhas no termo de Alcácer do Sal a 20 de Novembro de 1378, em diplomas o trata por seu conselheiro, além de outras mercês que lhe concedeu. O rei D. João I lhe deu os senhorios da Guarda e de Valhelhas.»

Fernando Álvares de Queirós ( ou Fernão Álvares de Queirós) casou-se com D. Elvira de Castro, filha de D. Álvaro de Castro e de D. Maria Ponce de Leão. Do casamento nasceram «João de Queirós, de Almendra, que morreu sem geração; Leonor Álvares de Queirós, que por morte de seu irmão teve as vilas de Valhelas e de Barrelas e casou com Vasco Fernandes de Gouveia, alcaide-mor de Castelo-Branco, senhor dos seus direitos reais, e de Valhelas, Almendra, Castelo Bom, Loriga, Alvoco da Serra, Verdelhos e Gouveia, com geração, parte da qual seguiu o apelido de Queirós e outra tomou o de Gouveia; e, conforme alguns autores, Maria de Queirós, que teve de seu casamento geração que seguiu os apelidos de Queirós e de Ramalho.»

O apelido Quirós tem origem geográfica.

Os meus agradecimentos ao Autor desta nota, Eduardo José Monteiro de Queiroz e aos demais autores dos fontes citadas no seu site " De Queiroz Home Page "

Publicada por Vitorino Queiroz à(s) 15:15»



in https://manuelvitorinodequeiroz.blogspot.com/2011/04/que-sommes-nous-dou-venons-nous.html


Ero Calvo, Paio Peres e Soeiro Peres


José H. Saraiva - 1987 - ‎Vista de excertos

«Mas a notícia segura que temos é que em 1144 um bispo do Porto aforou a vila do Peso a três colonos, Ero Calvo, Paio Peres e Soeiro Peres. Esses três lavradores devem ter metido o ferro do arado aos terrenos empedernidos por séculos …»

Pai Calvo, Ero Calvo, Martim Calvo

"Pai Calvo" - "Quinta de Paicalvo" - "Eiras de Pay Calvo"

«Pai (o) será diminutivo de Pelágio (abreviado), Pelaio, ou Paio, e estará provavelmente relacionado com a família dos "bandeirantes" ou povoadores do século XII nesta parte ribeirinha do Douro, Ero Calvo e Martim Calvo, ao que se supõe, irmãos, que desbravaram muitas das encostas abruptas desta região a partir da Régua.»

"ARMAMAR, TERRA E GENTE", 1999, de J. Gonçalves Monteiro, pág. 85, 

Fial, Lugar do


FEÁNS | FEÁ | FEÁS | FENE | FEAL | FIAL | FEAIS | FIÃES.

Um fitotopómimo muito fértil entre o Mar Cantábrico e a Serra da Estrela. «Fial - Do latim vulgar fenale, derivado de fenum, 'feno'. Tem os derivados Fiães (também existente na Galiza como Feanes e Feáns) e Fiais (que aparece em Espanha como Henares).» (infopedia.pt)

Para a cidade de Fiães, no concelho de Santa Maria da Feira, encontramos também esta explicação: «a versão de Leite de Vasconcelos, em que faz derivar a palavra Fiães de "Ulfilanis". Segundo esta versão teria outrora havido, onde hoje é o lugar de Fiães, uma quinta ou vila rústica pertencente a um senhor chamado Úlfilas, célebre bispo germânico que, no século IV, evangelizava os godos, invasores do Império Romano, de que fazia parte a Península Ibérica. Daí a expressão "Ulfilanes Villa" (vila de Ulfila), que sofreu em simultâneo uma evolução fonética e morfológica, pois passou a abranger todo o povoado, que em torno da referida quinta se desenvolveu.» (pt.wikipedia.org)

8 de agosto de 2018

COMENTÁRIOS:

Francisco Santos - Pól Ua Lema, no brasão da cidade de Fiães, no concelho de Santa Maria da Feira, também está indicada a possível origem do nome (Ulfilanes Villa). - 1 ano(s)

Hugo Faustino - a antiga Lancobriga do itinerário antonino. Algo de significativo se deve ter passado para não haver lembrança do topónimo primitivo não? - 24 min

Galo Dourado - Um microtoponimo de Ogrove "Os Fieitás" - 1 ano(s)

Xabier Daniel Castro Vilan - En Ogrobe tamen esta o lugar de Feans , - 1 ano(s)

Polig Martikorena - De "fieito", variante de "fe(n)to" - 1 ano(s)

Galo Dourado - Feáns e Feal também apelidos galegos - 1 ano(s)

Manuel BC - Os Feans, lugar de Compostela - 1 ano(s)

Dolores González - Penso que Fene non entraria, aínda que é de etimoloxía incerta - 1 ano(s)

Polig Martikorena - Pois é, nada tem a ver Fene com o resto dos topónimos acima - 1 ano(s)

Diego GZ - Filhos de Eans? - 1 ano(s)

Polig Martikorena - Diego GZ, De *fenales, e este por sua vez de *feno. - 1 ano(s)

Carlos Isabel Prieto González - Segundo Cabezas Quiles, estaría a sua raíz en "fenales", lugar de cultivo do feo, como indica Polig Martikorena. - 2 dia(s)

Carlos Isabel Prieto González - O comentario ven ao fío de que estabamos "traballando" con ese topónimo, por ser da contorna da Coruña. - 2 dia(s)


in Facebook - 20nov2019

Terras de Penagoyã




TERRAS DE PENAGOYÃ:

"Apesar de nos tempos de hoje não ser uma realidade correspondente ao que era no passado, defendo a sua promoção e estudo. Porque a nossa história deve ser estudada, preservada e publicitada."
"SE NÃO DEFENDERMOS O QUE É NOSSO, QUEM É QUE O DEFENDE?
"
Por Monteiro de Queiroz
2018
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